No mês de novembro de 2014, após muita discussão com o Congresso americano, o atual Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou que a Lei de Reforma Imigratória (ou Executive Action) entraria em vigor a partir de abril de 2015, podendo beneficiar até 5 milhões de imigrantes ilegais nos EUA.
A reforma imigratória, diferente do que muitos pensam, não garante a concessão do status de residente permanente (Green Card) ou cidadania a imigrantes ilegais. Ela consiste na legalização da autorização de trabalho em território americano com duração de 3 anos para os chamados “indocumentados”. Não há no momento absolutamente nenhuma garantia que após estes 3 anos tal autorização seja renovada e de que estas pessoas poderão ficar no país. É algo temporário, pelo menos por enquanto.
A aprovação da Reforma Imigratória gerou muita discussão e polêmica ao redor do país todo, tendo em vista que muitas pessoas discordaram da reforma. A discordância se dá devido à constante rivalidade dos 2 principais partidos políticos norte-americanos: O Partido Republicano e o Partido Democrata.
Nas últimas eleições presidenciais os democratas foram reeleitos graças aos votos da comunidade latina. Isso se deu através da promessa de uma revisão na questão dos indocumentados e nos processos de deportação. Há desde então uma pressão muito grande por parte dos movimentos latinos nos EUA para que as promessas de campanha sejam cumpridas, pois aqui o povo cobra de verdade as promessas políticas das autoridades. Além disso, de acordo com o Partido Democrata argumenta que a legalização trará benefícios econômicos para o país. Quanto mais pessoas trabalham legalmente, mais pessoas pagam impostos, e assim a economia se fortalece.
Já do lado dos Republicanos há a afirmação de que o país não tem deveria apoiar a imigração ilegal desta forma, tendo em vista que uma reforma como esta irá incentivar ainda mais o número de estrangeiros que tentarão entrar no país ilegalmente, com a esperança de que um dia irão conseguir se legalizar através de uma outra reforma imigratória. Há também o fator econômico. Muitos simpatizantes do Partido Republicano acreditam que estes indocumentados irão tomar seus empregos a partir do momento que tiveram autorização para trabalhar, e em época de altas taxas de desemprego e pouco crescimento econômico, ninguém precisa de ainda mais concorrência no mercado de trabalho.
Bom, o fato é que concordando ou não com a reforma, ela foi aprovada e a partir de abril deste ano ela entrará em vigor a todo vapor. Com ela vieram muitas dúvidas. Quem pode se beneficiar? Quais são os requisitos? Veja abaixo quem realmente pode se beneficiar através desta Reforma:
Imigrantes ilegais que chegaram nos EUA até os 16 anos de idade podem se beneficiar se:
• Manteve residência contínua nos EUA desde 1º de janeiro de 2010;
• Tinha menos de 16 anos de idade no momento da entrada no país;
• Tem diploma de ensino médio (High School), tem certificado de conclusão do curso supletivo (GED), é um veterano da Guarda Costeira ou Forças Armadas dos Estados Unidos e foi dispensado com todas as honras, ou está no momento matriculado em alguma escola/universidade;
• Não tem histórico criminal;
• Tem pelo menos 15 anos de idade na data da inscrição.
Pais de cidadãos americanos e residentes permanentes legais que:
• Na data de 20 de novembro de 2014, tenham um filho ou filha que seja cidadão americano ou residente permanente legal;
• Residam nos EUA continuamente desde antes de 1º de janeiro de 2010;
• Estejam fisicamente presentes nos EUA em 20 de novembro de 2014 e durante a inscrição para as medidas temporárias anunciadas;
• Não tenham status legal nos EUA na data de 20 de novembro de 2014;
• Não sejam considerados prioridades para as autoridades de imigração;
• Não apresentem fatores adversos que fariam uma concessão de ação discricionária deferida inadequada.
Quando poderei dar entrada no meu processo?
Logo que a lei foi anunciada muitos indocumentados acreditavam que poderiam dar entrada no processo de legalização temporária no dia seguinte. Surgiram inúmeros golpistas que cobraram quantias altas de imigrantes ilegais, dizendo a eles que poderiam dar entrada no processo ainda naquela semana, e que estas pessoas receberiam seu novo status rapidamente. Isso é uma farsa, portanto tenha cuidado!!! O escritório do United States Citizenship and Immigration Services (USCIS) só começará a aceitar inscrições dos jovens que podem se beneficiar a partir de 18 de fevereiro de 2015, e para os pais que podem se beneficiar a partir de 19 de maio de 2015.
Apesar de existirem muitas Organizações Não-Governamentais (ONG´s) que estejam trabalhando arduamente para auxiliar os futuros beneficiados da reforma, caso você seja um deles, lembre-se de que é apenas um auxílio, e o único órgão que poderá lhe conceder oficialmente qualquer novo status é a imigração americana. No entanto, isso não quer dizer que as pessoas não possam se preparar para o processo um pouco antes. Veja se você pode se qualificar para as medidas temporárias e tenha em mãos os documentos que você precisa para mostrar sua elegibilidade, tais como:
• Certidão de nascimento e um documento de identificação com foto (ID);
• Passaporte, Identidade escolar ou militar, documento de identidade do seu país;
• Qualquer documento dos Estados Unidos (carteira de identidade ou de motorista concedida em muitos estados mesmo a imigrantes ilegais);
• Comprovante de presença com datas e endereços usando documentos de imigração, registros governamentais, registros médicos, registros militares, registros de emprego, registros de organizações religiosas ou comunitárias, apólices de seguros, registros fiscais, etc;
• Recibos bancários, financeiros, recibos de cartões de crédito, recibos de ordens de pagamento, contratos de aluguel, recibos de aluguel, ações, hipotecas (mortgages), contas de serviços públicos, comprovantes de que seja membro de clubes, etc;
• História de vínculos empregatícios podem ajudar a fornecer comprovante de residência. Registro de datas, nomes e endereços dos locais onde trabalhou;
• Certidão de nascimento do seu filho (também deve mostrar o seu nome)
• Prova de status de imigração de seu filho.
Ainda está com dúvidas sobre a Executive Action? Dá uma olhadinha no site da imigração norte-americana aqui: http://www.uscis.gov/immigrationaction
Por Lorrane Campos By Brasileiras Pelo Mundo
By Traveller
giovedì 19 febbraio 2015
martedì 17 febbraio 2015
Puglia eletta la regione più bella del Mondo da National Geo.
Best value travel destinations in the world for 2014, è questo il riconoscimento ottenuto dalla Puglia della National Geographic e Lonely Planet.
E ancora, dal New York Times, Italy’s Magical Puglia Region.
“La Puglia è una terra dove è possibile vivere un’esperienza unica – riporta ancora La Stampa - non solo per il suo mare, i suoi borghi, la sua realtà rurale e moderna, i suoi castelli e le cattedrali, ma soprattutto per la sua autenticità e la sua enogastronomia”.
Un vero e proprio trionfo quello riportato da una Regione che spesso, come la maggior parte delle realtà italiane, è al centro delle cronache locali e nazionali per i problemi che la affliggono e che certo non ne restituiscono un’immagine positiva. Ma, non per questo, bisogna dimenticare quella che è stata e che è la prima economia della Puglia: il turismo.
Da Sagre & Sagre
Vienna: Visitate il “Regno dei morti”, il Museo delle pompe funebri
L’accesso delimitato da un muro di pietre tombali, una camera di compensazione alla luce fioca, e, infine, una porta battente per l’oscurità: Benvenuti nel Museo dei Funerale di Vienna.
Il più vecchio edificio nel suo genere, si é appena trasferito nel seminterrato del cimitero cappella centrale (Zentralfriedhof), di per sé una testimonianza della straordinaria fascinazione viennese per l’aldilà.
All’interno di una stanza di 300 m2, l’accogliena è fornita da due modelli che indossano vestiti di pompe funebri di un altra epoca. I giochi di luce produce l’effetto desiderato: i due personaggi, illuminati da spot di luce blu, danno l’impressione di essere in un film horror.
Come in un funerale
Un banco con audio consente di ascoltare la Top 10 cerimonie funebri, come l’Ave Maria di Franz Schubert, eseguite da cantanti lirici di Vienna.
Il percorso , “immaginato come un funerale”, secondo la direttrice Helga Bock, viene sollevato da un paio di centimetri dagli oggetti. “La luce blu è per il livello dei morti, la luce gialla sul percorso dei vivi”, sottolinea.
Delle clip con video o presentazioni sono offerti durante il lugubre percorso, suddiviso in cinque fasi: la morte, la cerimonia, il lutto, la messa sotto terra e la memoria.
Alcune delle “attrazioni” disponibili nel vecchio sito non sono più disponibili. I visitatori non potranno sdraiarsi in una bara, questa era la richiesta più esigenti durante il loro passaggio durante la Notte dei Musei annuale. Ma il museo, dice Bock, alla fine ha deciso che questa distrazione era “del tutto fuori luogo.”
Tuttavia, il coltello per trafiggere il cuore (“Herzstichmesser”), e in modo da assicurarsi che il morto è morto, è infatti esposto nella prima vetrina del corso.
Un’altra curiosità, un sistema progettato nel XIX secolo che collegava la mano di una persona sepolta ad una campana. Se il sistema è attivato, è che la persona sepolta era viva.
Il museo, fondato nel 1967 nel centro di Vienna, è considerato il primo al mondo dedicato alla morte. Dieci musei hanno seguito l’esempio, tra cui il Museo di carri funebri di Barcellona.
Il mezzo più adatto per raggiungere il museo, è quello di prendere la linea del tram 71. Quindi un’altra frase viennese: “Prendi il 71″, che significa soccombere.
Da Come Viaggiare Informati
lunedì 16 febbraio 2015
Aerolíneas Argentinas dão melhor resposta do mundo para passageiro preconceituoso
“Baixinhas e gordas”. Passageiro reclama de aparência de aeromoças, e Aerolíneas Argentinas dão resposta contra o preconceito
O internauta Andrés Horacio Pignataro publicou na última quarta-feira uma reclamação contra o “baixo nível das aeromoças” no perfil da companhia aérea Aerolíneas Argentinas no Facebook. “Antigamente eram altas, esbeltas e impunham respeito. Agora colocam todas as garotas baixas e gordinhas, e deixa muito a desejar a aparência no voo”, escreveu.
A publicação ofensiva causou polêmica entre os argentinos e o post gerou centenas de comentários. A maioria posicionou-se contra a declaração machista de Andrés. Passado algum tempo, a companhia aérea rebateu a crítica listando os pré-requisitos necessários para trabalhar como aeromoça ou comissário de bordo. Leia abaixo a resposta da Aerolíenas Argentinas ao internauta:
“Olá Andres, estes são os requisitos para ser tripulante de cabine:
– Ser maior de 18 anos
– Altura: Mulheres 1,63 a 1,75 – Homens 1,70 a 1,85
– Nacionalidade Argentina
– Segundo grau completo
– Licença de Tripulantes de Cabine de Passageiros
– Domínio do idioma inglês
– Saber nadar
Os preconceitos não saem para voar, os deixamos em terra.
Saudações”
Aerolíneas Argentinas
A Aerolíneas é a maior companhia aérea da Argentina, responsável por cerca de 80% dos voos domésticos e 40% dos internacionais que partem do Aeroporto Internacional Ministro Pistarini (Buenos Aires), mais conhecido como Aeroporto Internacional de Ezeiza.
TACV LIGARA FORTALEZA A PARIS E AMSTERDA
Os cearenses terão mais opções de voos para viajar para a Europa, saindo de Fortaleza, com destaque para Paris e Amsterdã. Com conexão na Cidade de Praia, em Cabo Verde, a Companhia TACV pretende oferecer ainda ligações ainda para Madrid e Milão, além de Lisboa.
O voo que TACV mantém da Cidade de Praia para Fortaleza parte as 20h30 (horário de local) às quartas-feiras e retorna a 01h10 toda quinta-feira da capital cearense para a ilha africana. De lá, a espera para a conexão para Paris é de apenas duas horas. Já para Amsterdã, ocorre apenas uma escala na capital francesa.
O novo desenho de rotas da empresa, divulgado pelo jornal “A Semana”, de Cabo verde, foi confirmada ao Blog pelo Diretor da empresa no Brasil, João Luis Nogueira.
Ele informou ainda que a companhia cabo-verdiana está expandindo suas operações no Brasil ao inaugurar uma nova rota semanal para Recife (às sextas-feiras), a partir de 5 de junho.
Diario do Nordeste
O voo que TACV mantém da Cidade de Praia para Fortaleza parte as 20h30 (horário de local) às quartas-feiras e retorna a 01h10 toda quinta-feira da capital cearense para a ilha africana. De lá, a espera para a conexão para Paris é de apenas duas horas. Já para Amsterdã, ocorre apenas uma escala na capital francesa.
O novo desenho de rotas da empresa, divulgado pelo jornal “A Semana”, de Cabo verde, foi confirmada ao Blog pelo Diretor da empresa no Brasil, João Luis Nogueira.
Ele informou ainda que a companhia cabo-verdiana está expandindo suas operações no Brasil ao inaugurar uma nova rota semanal para Recife (às sextas-feiras), a partir de 5 de junho.
Diario do Nordeste
METTI UNA SCIATA D'ALTRI TEMPI
Dalla Marmolada all'Engadina, da Salice d'Ulzio a Moena, tra telemark, attrezzature d'epoca, "bici-slitte" e vecchi bob. Con mostre e gare "a tema".
Carving, snowboard, fatbike e gopro. Sciare oggi è più facile grazie ai nuovi materiali. La tecnologia domina sulle piste da sci, con app per cellulari, giacche termiche e telecamerine sui caschi. Ma come si viveva la montagna cinquant'anni fa? Oggi si può tornare indietro nel tempo e provare l'emozione di indossare pantaloni di velluto, giacche di un tempo e sci di legno, in alcune località alpine in Svizzera e in Italia. E per chi non sa sciare c'è tanto altro divertimento "vintage", dal bob di un tempo al velogemel. E perché no? Alloggiare in alberghi dall'atmosfera antica per riscoprire piccoli piaceri di un tempo.
Svizzera, 150 anni di storia. In Svizzera quest' anno si festeggiano i 150 anni del turismo invernale. In Engadina è possibile partecipare ad una serie di eventi e mostre vintage. Fino al 30 aprile si tiene a St. Moritz nella Design Gallery la mostra degli storici poster illustrati che ripercorrono un secolo e mezzo di sport invernali. Oppure è possibile visitare, a Davos, il museo degli sport invernali, dove ammirare le pioneristiche attrezzature. I più avventurosi si possono cimentare sulla discesa a bordo di un bob d'antan presso l'Olympia Bob Run di St.Moritz fino al 1° marzo oppure volare sulle montagne svizzere a bordo di uno Junkers d'epoca. Questo evento richiede la prenotazione e si tiene solo il 3 marzo presso l'aeroporto dell'Engadina. Chi invece vuole vivere un'esperienza tranquilla e rilassante può godersi la neve e il paesaggio comodamente seduto sulla nostalgica e antica slitta trainata dai cavalli di Christof Huber. Tra i campi innevati, si viaggia accompagnati da un scampanellio, avvolti in calde coperte attraverso lo splendido paesaggio invernale di Schwarzsee.
Sciare come negli anni Trenta. Sempre per festeggiare i 150 anni di turismo invernale in Svizzera, a Wengen, sotto la guida di un maestro di sci, ogni venerdì pomeriggio è possibile tornare indietro nel tempo. I partecipanti indossano abiti, scarponi e sci dei tempi passati, messi a disposizione dall'organizzazione. Fissati gli scarponi agli sci non resta che cimentarsi sulle piste con il supporto di un maestro di sci e poi, chi lo desidera, può partecipare ad una gara con questa attrezzatura da sci d'antan.
Scendere sui mezzi più strani. A Grindelwald, nelle Alpi Bernesi, sotto l'Eiger, si può provare a scendere sulle piste con il velogemel (Velo = bicicletta, Gemel = in dialetto, slitta). Su alcune zone alpine è tuttora molto popolare e a Grindelwald può essere noleggiato e acquistato. Lo inventò nel 1911 Christian Bühlmann con l'idea di realizzare un mezzo di trasporto invernale che gli facesse risparmiare tempo per raggiungere i suoi clienti. Il Campionato mondiale di velogemel è uno degli eventi fissi del programma invernale di Grindelwald e ha luogo ogni anno. Per info, clicca qui. In alternativa, ad Adelboden, sempre Berner Oberland, si può scendere in sella ad uno skibock. Basta un vecchio sci segato, un po' di legno ed è fatta. Lo skibock è stato inventato quasi 100 anni fa da alcuni ragazzini di Adelboden per abbreviare il percorso casa-scuola. Semplice e ingegnoso, ha saputo sopravvivere fino ad oggi, ancora amato in molte località alpine. Così, ad Adelboden, non solo è possibile noleggiarne uno, ma anche acquistarlo. Quelli tradizionali sono realizzati con legno e un vecchio sci, i più recenti in alluminio e sistemi sofisticati di ammortizzamento. E per gli amanti dell'artigianato, non resta che costruirselo con l'aiuto di un esperto locale: Peter Allenbach. Il suo laboratorio è in via Ausserschwand 15, Adelboden.
Il soggiorno vintage. Oltre a cimentarsi in sport invernali d'antan, in Svizzera è possibile trascorrere un'intera settimana bianca all'insegna della montagna di una volta. Infatti, nella Bassa Engadina a Ramosch, è possibile soggiornare in un antico ospizio medievale, lo Hof Zuort dove rivivere le atmosfere di una volta. È oggi un albergo ristrutturato ma da sapore antico. Può vantare anche skilift veramente ecologici: tre cavalli che portano a monte sciatori e slittinisti.
La gara nostalgica sulle montagne piemontesi. In Italia uno degli eventi più importanti per i nostalgici dei tempi andati è certamente la "Gara di sci d'epoca", manifestazione giunta alla sua ventottesima edizione sulle piste della Via Lattea in Piemonte. La gara nasce da un'idea di Amedeo Macagno, appassionato e collezionista di sci d'epoca. Nel 1992 organizza la prima edizione della manifestazione che si svolge con la consulenza tecnica dell'AEASE; Associazione estimatori attrezzature e sci d'epoca nata per raccogliere, classificare e restaurare i "vecchi legni" d'antan. "L'iniziativa nasce in primo tempo andando a raccogliere gli sci nei cassonetti. Erano gli anni ottanta a Torino. Nessuno li voleva, nemmeno quelli di legno. Quando mi sono trasferito a Torino, mi sono portato dietro tutti questi sci vecchi, costruiti tra gli anni trenta agli anni settanta. Mi sono detto: ‘Perché non rimetterli in pista come si fa con un'auto o una moto d'epoca? D'altronde sono sempre mezzi di trasporto'", spiega Macagno.
Così nel 1992 decide di rimetterli in pista con una manifestazione che si svolge sulle nevi di Sportinia. "In quell'occasione parteciparono una cinquantina di persone nel comprensorio della Via Lattea. Sono scesi in uno slalom gigante con i pali di legno, che avevo fatto realizzare appositamente per la manifestazione. Le gare sono state sempre suddivise in due categorie: chi scende con gli sci più antichi di legno dei primi del novecento fino agli anni sessanta, e chi scende con gli sci di plastica e metallo, realizzati tra il 1960 e il 1975. I concorrenti non superano mai la cinquantina". Le difficoltà organizzative sono molte. "In un comprensorio come questo, dove lo sci è una vera e propria industria, noi siamo una nicchia", spiega. I partecipanti, "quasi tutti collezionisti di sci d'epoca e appassionati alla montagna di una volta", vengono dal nord Italia ma anche dall'estero. "Ma molti di coloro che giungono da noi preferiscono rimanere a guardare". Macagno ha fondato a livello locale un'associazione "con altri ‘ malati' di cose vecchie", al fine di restaurare e mettere a disposizione dei partecipanti sci d'epoca. Al momento possono garantire materiale per cinquanta partecipanti.
In primavera sulla Marmolada. Altro appuntamento imperdibile per gli amanti dello sci vintage è La Sbriséda. Questa manifestazione, che si terrà quest'anno l'11 aprile sulla Marmolada, è un evento votato al far rivivere i tempi in cui lo sci era una disciplina di nicchia e la Marmolada una meta per pochi amanti dell'estremo. Si tratta di una giornata di divertimento all'insegna dei costumi d'epoca e dei mitici sci in legno. Dopo il ritrovo a Malga Ciapela, i partecipanti scendono lungo l'emozionante "Bellunese", la pista più lunga delle Dolomiti (12 km), vestiti con abiti rigorosamente antecedenti agli anni '90 e, a discrezione degli sciatori, armati di sci d'epoca, ovvero di modelli storici artigianali, molti dei quali unici nel loro genere. All'arrivo, i partecipanti potranno godere di un delizioso menù tipico servito dai ristoranti della zona. Come la "Gara di sci d'epoca", La Sbriséda è suddivisa in categorie: sci di legno e scarponi cuoio, sci in plastica e scarponi in cuoio e sci di plastica e scarponi di plastica (fino al 1989).
Riscoprire il telemark. Nel comprensorio della Val di Fassa, invece, si tiene la Scufoneda, gara di sci con la tradizionale tecnica norvegese telemark. L'evento, organizzato dal Club Scufons del Cogo di Moena, si terrà dall'11 al 15 marzo. Il tema che caratterizzerà la manifestazione di quest'anno sarà la ricorrenza dei cento anni dell'inizio della 1° Guerra mondiale, e verranno organizzate visite con gli sci ai piedi nei luoghi che furono teatro di scontri tra i due eserciti.
Come si scia con l'attrezzatura di una volta? "La difficoltà principale di sciare con il materiale antico sta nello scarpone", spiega Amedeo Macagno. "Lo scarpone in cuoio e a lacci è completamente differente da quello moderno. Anche uno sciatore provetto avrebbe serie difficoltà. Deve cambiare completamente tecnica, centralità e modo di sciare. Quindi deve stare molto più in avanti. I più avvantaggiati sono coloro che praticano la tecnica del telemark anche con materiali moderni, poiché sono abituati a sciare con il tallone libero". Ma Macagno assicura che si può imparare in fretta: "Uno sciatore provetto può cimentarsi con il materiale più vecchio, e riuscire a sciare in maniera soddisfacente dopo qualche caduta con una giornata di pratica".
di Paolo Ribichini
La Reppublica
Carving, snowboard, fatbike e gopro. Sciare oggi è più facile grazie ai nuovi materiali. La tecnologia domina sulle piste da sci, con app per cellulari, giacche termiche e telecamerine sui caschi. Ma come si viveva la montagna cinquant'anni fa? Oggi si può tornare indietro nel tempo e provare l'emozione di indossare pantaloni di velluto, giacche di un tempo e sci di legno, in alcune località alpine in Svizzera e in Italia. E per chi non sa sciare c'è tanto altro divertimento "vintage", dal bob di un tempo al velogemel. E perché no? Alloggiare in alberghi dall'atmosfera antica per riscoprire piccoli piaceri di un tempo.
Svizzera, 150 anni di storia. In Svizzera quest' anno si festeggiano i 150 anni del turismo invernale. In Engadina è possibile partecipare ad una serie di eventi e mostre vintage. Fino al 30 aprile si tiene a St. Moritz nella Design Gallery la mostra degli storici poster illustrati che ripercorrono un secolo e mezzo di sport invernali. Oppure è possibile visitare, a Davos, il museo degli sport invernali, dove ammirare le pioneristiche attrezzature. I più avventurosi si possono cimentare sulla discesa a bordo di un bob d'antan presso l'Olympia Bob Run di St.Moritz fino al 1° marzo oppure volare sulle montagne svizzere a bordo di uno Junkers d'epoca. Questo evento richiede la prenotazione e si tiene solo il 3 marzo presso l'aeroporto dell'Engadina. Chi invece vuole vivere un'esperienza tranquilla e rilassante può godersi la neve e il paesaggio comodamente seduto sulla nostalgica e antica slitta trainata dai cavalli di Christof Huber. Tra i campi innevati, si viaggia accompagnati da un scampanellio, avvolti in calde coperte attraverso lo splendido paesaggio invernale di Schwarzsee.
Sciare come negli anni Trenta. Sempre per festeggiare i 150 anni di turismo invernale in Svizzera, a Wengen, sotto la guida di un maestro di sci, ogni venerdì pomeriggio è possibile tornare indietro nel tempo. I partecipanti indossano abiti, scarponi e sci dei tempi passati, messi a disposizione dall'organizzazione. Fissati gli scarponi agli sci non resta che cimentarsi sulle piste con il supporto di un maestro di sci e poi, chi lo desidera, può partecipare ad una gara con questa attrezzatura da sci d'antan.
Scendere sui mezzi più strani. A Grindelwald, nelle Alpi Bernesi, sotto l'Eiger, si può provare a scendere sulle piste con il velogemel (Velo = bicicletta, Gemel = in dialetto, slitta). Su alcune zone alpine è tuttora molto popolare e a Grindelwald può essere noleggiato e acquistato. Lo inventò nel 1911 Christian Bühlmann con l'idea di realizzare un mezzo di trasporto invernale che gli facesse risparmiare tempo per raggiungere i suoi clienti. Il Campionato mondiale di velogemel è uno degli eventi fissi del programma invernale di Grindelwald e ha luogo ogni anno. Per info, clicca qui. In alternativa, ad Adelboden, sempre Berner Oberland, si può scendere in sella ad uno skibock. Basta un vecchio sci segato, un po' di legno ed è fatta. Lo skibock è stato inventato quasi 100 anni fa da alcuni ragazzini di Adelboden per abbreviare il percorso casa-scuola. Semplice e ingegnoso, ha saputo sopravvivere fino ad oggi, ancora amato in molte località alpine. Così, ad Adelboden, non solo è possibile noleggiarne uno, ma anche acquistarlo. Quelli tradizionali sono realizzati con legno e un vecchio sci, i più recenti in alluminio e sistemi sofisticati di ammortizzamento. E per gli amanti dell'artigianato, non resta che costruirselo con l'aiuto di un esperto locale: Peter Allenbach. Il suo laboratorio è in via Ausserschwand 15, Adelboden.
Il soggiorno vintage. Oltre a cimentarsi in sport invernali d'antan, in Svizzera è possibile trascorrere un'intera settimana bianca all'insegna della montagna di una volta. Infatti, nella Bassa Engadina a Ramosch, è possibile soggiornare in un antico ospizio medievale, lo Hof Zuort dove rivivere le atmosfere di una volta. È oggi un albergo ristrutturato ma da sapore antico. Può vantare anche skilift veramente ecologici: tre cavalli che portano a monte sciatori e slittinisti.
La gara nostalgica sulle montagne piemontesi. In Italia uno degli eventi più importanti per i nostalgici dei tempi andati è certamente la "Gara di sci d'epoca", manifestazione giunta alla sua ventottesima edizione sulle piste della Via Lattea in Piemonte. La gara nasce da un'idea di Amedeo Macagno, appassionato e collezionista di sci d'epoca. Nel 1992 organizza la prima edizione della manifestazione che si svolge con la consulenza tecnica dell'AEASE; Associazione estimatori attrezzature e sci d'epoca nata per raccogliere, classificare e restaurare i "vecchi legni" d'antan. "L'iniziativa nasce in primo tempo andando a raccogliere gli sci nei cassonetti. Erano gli anni ottanta a Torino. Nessuno li voleva, nemmeno quelli di legno. Quando mi sono trasferito a Torino, mi sono portato dietro tutti questi sci vecchi, costruiti tra gli anni trenta agli anni settanta. Mi sono detto: ‘Perché non rimetterli in pista come si fa con un'auto o una moto d'epoca? D'altronde sono sempre mezzi di trasporto'", spiega Macagno.
Così nel 1992 decide di rimetterli in pista con una manifestazione che si svolge sulle nevi di Sportinia. "In quell'occasione parteciparono una cinquantina di persone nel comprensorio della Via Lattea. Sono scesi in uno slalom gigante con i pali di legno, che avevo fatto realizzare appositamente per la manifestazione. Le gare sono state sempre suddivise in due categorie: chi scende con gli sci più antichi di legno dei primi del novecento fino agli anni sessanta, e chi scende con gli sci di plastica e metallo, realizzati tra il 1960 e il 1975. I concorrenti non superano mai la cinquantina". Le difficoltà organizzative sono molte. "In un comprensorio come questo, dove lo sci è una vera e propria industria, noi siamo una nicchia", spiega. I partecipanti, "quasi tutti collezionisti di sci d'epoca e appassionati alla montagna di una volta", vengono dal nord Italia ma anche dall'estero. "Ma molti di coloro che giungono da noi preferiscono rimanere a guardare". Macagno ha fondato a livello locale un'associazione "con altri ‘ malati' di cose vecchie", al fine di restaurare e mettere a disposizione dei partecipanti sci d'epoca. Al momento possono garantire materiale per cinquanta partecipanti.
In primavera sulla Marmolada. Altro appuntamento imperdibile per gli amanti dello sci vintage è La Sbriséda. Questa manifestazione, che si terrà quest'anno l'11 aprile sulla Marmolada, è un evento votato al far rivivere i tempi in cui lo sci era una disciplina di nicchia e la Marmolada una meta per pochi amanti dell'estremo. Si tratta di una giornata di divertimento all'insegna dei costumi d'epoca e dei mitici sci in legno. Dopo il ritrovo a Malga Ciapela, i partecipanti scendono lungo l'emozionante "Bellunese", la pista più lunga delle Dolomiti (12 km), vestiti con abiti rigorosamente antecedenti agli anni '90 e, a discrezione degli sciatori, armati di sci d'epoca, ovvero di modelli storici artigianali, molti dei quali unici nel loro genere. All'arrivo, i partecipanti potranno godere di un delizioso menù tipico servito dai ristoranti della zona. Come la "Gara di sci d'epoca", La Sbriséda è suddivisa in categorie: sci di legno e scarponi cuoio, sci in plastica e scarponi in cuoio e sci di plastica e scarponi di plastica (fino al 1989).
Riscoprire il telemark. Nel comprensorio della Val di Fassa, invece, si tiene la Scufoneda, gara di sci con la tradizionale tecnica norvegese telemark. L'evento, organizzato dal Club Scufons del Cogo di Moena, si terrà dall'11 al 15 marzo. Il tema che caratterizzerà la manifestazione di quest'anno sarà la ricorrenza dei cento anni dell'inizio della 1° Guerra mondiale, e verranno organizzate visite con gli sci ai piedi nei luoghi che furono teatro di scontri tra i due eserciti.
Come si scia con l'attrezzatura di una volta? "La difficoltà principale di sciare con il materiale antico sta nello scarpone", spiega Amedeo Macagno. "Lo scarpone in cuoio e a lacci è completamente differente da quello moderno. Anche uno sciatore provetto avrebbe serie difficoltà. Deve cambiare completamente tecnica, centralità e modo di sciare. Quindi deve stare molto più in avanti. I più avvantaggiati sono coloro che praticano la tecnica del telemark anche con materiali moderni, poiché sono abituati a sciare con il tallone libero". Ma Macagno assicura che si può imparare in fretta: "Uno sciatore provetto può cimentarsi con il materiale più vecchio, e riuscire a sciare in maniera soddisfacente dopo qualche caduta con una giornata di pratica".
di Paolo Ribichini
La Reppublica
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